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Aumenta presença das mulheres nas empresas do Polo de Camaçari 

A presença das mulheres vem aumentando significativamente na indústria. Elas estão presentes desde em setores como operação (ainda em menor número) até nos cargos de liderança. Na Bayer, as mulheres ocupam 37% dos cargos gerenciais, e, na Braskem, já representam 30% das lideranças. Essa é a tendência nas empresas do Polo Industrial de Camaçari, que vem investindo na equidade plena de gênero, com a inclusão de políticas para assegurar igualdade de remuneração e cultura inclusiva para garantir às mulheres o mesmo direito que os homens. 

Em 14 de março de 2005, Janaina Medeiros iniciou sua jornada na Continental de Camaçari. Desde então, ocupou vários cargos. Primeiro como engenheira de Manutenção e Projetos, depois como coordenadora de Manufatura, chefe de setor de Utilidades e, atualmente, chefe do setor de Produção.  Refletindo sobre os seus 16 anos de fábrica, lembrou que quando ingressou na indústria não era comum mulheres em cargos de liderança, mas essa realidade vem mudando. “Nos últimos anos, a Continental vem investindo em aumentar a quantidade de mulheres na liderança de várias áreas”, diz Janaina Medeiros, ressaltando que “quando se tem lideranças femininas e masculinas, o time fica mais completo, com sensibilidades diferentes, mas com o mesmo potencial e capacidade de transformação das equipes”.

Respeito à diversidade

A Bayer já assumiu o compromisso global de ter a mesma quantidade de mulheres e homens em cargos de liderança até 2030. No Brasil, a empresa está avançando neste caminho: na alta liderança, saiu de um índice de apenas 7% de mulheres em 2017 para 50% em 2020. Em posições de liderança como um todo, a porcentagem de mulheres está em 37%. “Ainda temos um longo caminho a trilhar para uma equidade plena de gênero, mas estamos orgulhosos do que já percorremos. Além de buscar um número representativo de mulheres em todos os níveis hierárquicos, entendemos que precisamos garantir um ambiente de trabalho acolhedor para essas profissionais”, afirma Flavia Ramos, diretora de Inclusão e Diversidade da Bayer Brasil.

Alguns índices e boas práticas demonstram este compromisso: a Bayer reduziu o índice de rotatividade das colaboradoras após o retorno da licença maternidade de 33% em 2016 para 11% atualmente e, para promover uma cultura organizacional de boas práticas com as mulheres, adotou, no fim de 2020, a plataforma Tina, que atua no atendimento, acolhimento e acompanhamento das colaboradoras que sofrem algum tipo de violência, com a implementação de um sistema de fácil acesso e seguro para todas aquelas que precisam de ajuda, incluindo o suporte de psicólogas e assistentes sociais.

A empresa realizou um censo em 2020 para identificar onde precisa focar esforços no que diz respeito à diversidade e inclusão. Seu resultado foi favorável à inclusão de mulheres, “o que reforça o nosso compromisso com o assunto, embora tenhamos consciência de que ainda há muito a fazer para chegarmos a uma equidade de fato. Não basta atrair mais mulheres para a companhia, mas também garantir sua inclusão de forma interseccional – incluindo as mulheres negras, lésbicas, bissexuais, transexuais e portadoras de deficiências”, ressalta Flavia Ramos. 

A Braskem, que recentemente passou a integrar o Índice Bloomberg de Igualdade de Gênero 2021 (GEI - Gender-Equality Index), posicionando-se no grupo de empresas de capital aberto que trabalham o tema no mundo, é referência para outras empresas de como mudar a realidade de um setor que ainda é predominantemente masculino. Entre os principais resultados conquistados pela empresa está o aumento da presença feminina em cargos de liderança, passando de 22% em 2015 para 30,1% em 2020, assim como o número de mulheres que voltam ao trabalho após o nascimento dos filhos, de 65% em 2014 para 97% em 2019.  

A Braskem também recebeu, em 2019, o Prêmio WEPs (Empresas Empoderando Mulheres), da ONU Mulheres, e o Prêmio Will (Women in Leadership Latin America) por adotar boas práticas na promoção da equidade de gênero e inclusão de mulheres na liderança. Esse reconhecimento internacional é resultado do seu Programa de Diversidade, Equidade & Inclusão, criado em 2014, e adotado no dia a dia da empresa.  "É um processo contínuo de mudar hábitos, rever práticas, aprender a conviver com as diferenças e enxergar a sociedade como ela é, de fato. É impossível ser uma empresa inclusiva e que valoriza diversidade se não houver essa dedicação diária, se não dermos liberdade para que as pessoas sejam quem realmente são. E no fim do dia essa evolução impacta diretamente no nosso negócio, pois uma empresa que garante diversidade e promove inclusão consegue ser mais forte, inovadora e criativa", afirma Marcelo Arantes, vice-presidente de Pessoas, Comunicação, Marketing e Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

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