Bayer fortalece campanhas de combate ao racismo e pela diversidade

 

Nas últimas semanas, a Bayer Camaçari intensificou as campanhas de combate ao racismo e está promovendo rodas de conversas virtuais, chamadas de “AfroTalks”, com o intuito de atuar ativamente na promoção da equidade. Os encontros, que estão mobilizando os empregados vão acontecer até o fim do ano, tendo como foco a inclusão e a diversidade, considerados pilares estratégicos da empresa. Para a Líder da Planta de Camaçari, Paula Castro, “tornar Inclusão e Diversidade estratégica é assumir o compromisso com a ação de transformar nosso ambiente de trabalho e levar isso para além de nossas fronteiras profissionais”.

Paula Castro, que também lidera o debate a nível corporativo, com a participação de diversos funcionários locais, ressalta que o racismo mostrado em situações recentes que resultaram em mortes trágicas e injustiças, aqui no Brasil e nos Estados Unidos, fizeram a companhia se posicionar, afirmando que “esses últimos acontecimentos são inaceitáveis e vão contra a essência da nossa cultura”.

As rodas de conversas virtuais abertas para funcionários de todo o Brasil, com a participação de especialistas convidados, têm o propósito de fortalecer a conscientização, respeito, educação e promoção da luta contra a discriminação. Esses encontros foram idealizados pelo BayAfro, o grupo de afinidade racial que integra o Comitê de Inclusão e Diversidade da Bayer que tem como missão construir uma empresa que represente e reflita a distribuição de afrodescendentes da sociedade brasileira em todos os seus níveis hierárquicos. Esses grupos são compostos por colaboradores voluntários que se identificam com os temas afins e atuam no mapeamento de pontos de melhorias.

Uma destas colaboradoras, Patrícia Silva, que coordena as ações de cultura do BayAfro,  explica que o objetivo dos encontros é “promover um letramento racial e tornar os colaboradores da Bayer mais conscientes e sensíveis à questão e, assim, construirmos o futuro que queremos para a organização. Não podemos falar do futuro sem compreender o passado. A história negra foi apagada e negligenciada, então queremos resgatar essa história”.

A líder da Planta de Camaçari, que também é co-líder do BayAfro a nível Brasil, acredita que esse letramento racial “é vital para construção de uma cultura inclusiva, que nada mais é do que garantir a segurança psicológica e mental das pessoas de serem quem são, independentemente da cor de sua pele ou demais marcadores sociais que atravessam cada um de nós como indivíduos”.

Para Iêda Almeida, especialista de Unidade e também integrante do grupo de afinidade, “o espaço promovido pelos debates são o ponto forte da roda de conversa, pois dessa forma é possível ter contato com a multiplicidade de experiências dos participantes, compreender suas identificações com as abordagens apresentadas e capturar os pontos de intersecção entre os relatos”.

Durante as rodas de conversa todos os participantes têm a oportunidade de participar do debate, colaborando ainda mais com o tema, de modo a promover uma diversidade de ideias e pontos de vista. Alguns dos temas discutidos até agora foram sobre o “Racismo, Preconceito e Ações Afirmativas”, refletindo sobre o contexto histórico até a situação atual, “Comunidade negra em tempos de crise” e a “Força e a Invisibilidade Histórica da Mulher Negra”, abordando a importância do papel da mulher negra na construção da nossa sociedade, cujo protagonismo muitas vezes foi omitido na história.

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