Representantes do Comitê da Mulher na Indústria (CMI), vinculado à Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), realizaram uma visita à unidade de Químicos 1 (Q1) da Braskem, localizada no Polo Industrial de Camaçari. A atividade integrou uma edição especial do tradicional programa Formando Laços, iniciativa que recebe nas unidades industriais da petroquímica pessoas interessadas em conhecer os processos produtivos. Durante a visita, o grupo conheceu as instalações operacionais, além das iniciativas socioambientais e das políticas de equidade e diversidade da companhia, que já contrata mais mulheres do que homens na engenharia.
“Em 2025, 63% dos profissionais de engenharia admitidos pela Braskem na Bahia foram mulheres, o que evidencia uma mudança significativa no perfil das nossas admissões técnicas. Esta visita do Comitê da Mulher na Indústria foi uma excelente oportunidade de mostrar um pouco o que nós temos feito nessa jornada do aumento da representatividade feminina”, afirma Ana Luiza Salustino, gerente de Pessoas e Organização da Braskem no Nordeste.
Na oportunidade, as integrantes do Comitê puderam entender as iniciativas da empresa para promoção da equidade de gênero, comprometidas com os Princípios de Empoderamento da Mulher (WEPs), da ONU Mulheres e do Pacto Global, e principalmente com foco nos pilares de Carreira da Mulher, maternidade e Saúde e Segurança.
As participantes realizaram um tour pelas instalações da unidade, que teve como guia a gerente de Produção da unidade de Olefinas da Braskem na Bahia, Marina Reis. Os procedimentos operacionais e as práticas de segurança, que são referência na indústria química, foram apresentados pela gerente de Produção das unidades de Polietileno 1 e 2, Cíntia Esperancine.
“A aproximação entre o Comitê e a Braskem reafirma o compromisso conjunto com a equidade de gênero, o desenvolvimento profissional e a criação de novas oportunidades, contribuindo para que cada vez mais mulheres possam construir trajetórias de sucesso, ocupar espaços de liderança e transformar o futuro da indústria”, ressalta Cíntia.
Para a empresária e presidente do CMI, Eunice Habib, a visita à Braskem possibilitou a troca de informações importantes sobre a presença feminina na indústria petroquímica. “Fizemos um tour pela planta, conhecemos a sala de controle nova, extremamente humanizada. Vimos muitas mulheres em cargos de liderança. Foi muita rica essa experiência”, destacou.